EQUIPA DO PROJETO

O consórcio do projeto Fight-two inclui o Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária (INIAV), o Laboratório Nacional de Referência para Doenças dos Animais, duas Universidades Veterinárias Portuguesas Públicas, nomeadamente a Universidade de Évora (UÉ) e a Faculdade de Medicina Veterinária (FMV/ULisboa) de Lisboa, e o Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica (iBET), um instituto privado com vasta experiência no campo da produção de vacinas.

Equipa INIAV

Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária

Morada Institucional: Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária (INIAV I.P.), Av. da República, Quinta do Marquês (edifício sede),2780-157 Oeiras

País: Portugal
Website Institucional: http://www.iniav.pt/index.php
 
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Margarida Dias Duarte

Margarida Duarte licenciou-se em Medicina Veterinária em 1986 em Lisboa. Obteve o grau de mestre em 1991 em Biotecnologia/Biologia Molecular pelo Instituto Gulbenkian de Ciência/Universidade Nova de Lisboa (UNL), e de doutor em 2020 pelo Instituto de Tecnologia Química e Biológica António Xavier/UNL. Ambos os graus foram obtidos na área da Virologia (vírus da peste suína africana), nomeadamente na caracterização de estirpes, sequenciação genómica, expressão gênica e produção de recombinantes para estudo da função gênica.

Ingressou no Laboratório Nacional de Investigação Veterinária (LNIV) em janeiro de 1990, no Instituto Nacional de Recursos Biológicos (INRB, IP) em 2006 e no Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária (INIAV, IP) em 2012. Durante esse período de 30 anos, os seus interesses incidiram principalmente no vírus da peste suína africana (ASFV), nos parvovírus, nos coronavírus, no vírus da doença hemorrágica do coelho (RHDV), no vírus da mixomatose, no adenovírus canino e nos circovírus dos suínos. É responsável pelo diagnóstico virológico das doenças dos suínos, gatos, carnívoros selvagens, cães e coelhos. Desenvolveu vários métodos de diagnóstico molecular e sorológico, alguns listados nos manuais da OIE, e foi Coordenadora/Participante em vários Projetos de Pesquisa nacionais e internacionais. Publicou 28 artigos em revistas internacionais com revisão por pares, mais de 100 boletins de divulgação e mais de 16 artigos em revistas portuguesas para público indiferenciado.

É membro do Centro de Investigação Interdisciplinar em Saúde Animal (CIISA) da Faculdade de Medicina Veterinária desde 2013.

Desde meados de 2017 que coordena o Plano Nacional de Controle do Vírus da Doença Hemorrágica do Coelho (Despacho 4757/17, 31 de maio, MAFDR), através do Projeto + Coelho 1 (co-coordenação) e Projeto +Coelho 2 (coordenação total) que visa a recuperação das populações de coelhos silvestres e reúne 9 instituições privadas e governamentais.

Seus interesses científicos atuais estão focados em doenças infeciosas de animais, patogênese, filogenética, evolução, métodos de diagnóstico e desenvolvimento de vacinas.

Email: margarida.duarte@iniav.pt

Carina L. Carvalho

Licenciada em Medicina Veterinária em 2003 e doutorada em Ciências Veterinárias (PhD) desde 2017.

É investigadora auxiliar no Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária (INIAV I.P.), no âmbito do projeto Fight-two (PTDC/CVT-CVT/29062/2017-PT2020).
Tem desenvolvido atividades de investigação no diagnóstico e estudo das doenças virais do coelho, nomeadamente do vírus da doença hemorrágica de tipo 2 (RHDV2) e do vírus da mixomatose, e de outras patologias com especial impacto nas populações silvestres de coelho-bravo e lebre-ibérica, e na caracterização molecular e estudos filogenéticos destes agentes.
As suas prioridades temáticas atuais focam-se no estudo da evolução do vírus da doença hemorrágica de tipo 2 (RHDV2) e no desenvolvimento de uma vacina oral para controlo de RHDV2 no coelho-bravo.
Fábio A. Abade dos Santos

Mestre em Medicina Veterinária (DVM, MSc) desde 2018. É, desde o mesmo ano, aluno de doutoramento no Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária (INIAV I.P.), na Faculdade de Medicina Veterinária de Lisboa (FMV) e na Universidade de Oviedo (UniOvi).

Os seus interesses e atividades de investigação focam-se no estudo das doenças virais do coelho, nomeadamente do vírus da doença hemorrágica de tipo 2 (RHDV2), vírus da mixomatose, herpesvírus 5 da lebre-ibérica e outras patologias parasitárias com especial impacto nas populações silvestres, no desenho de técnicas de colheita, monitorização e diagnóstico, e na resolução de problemas de monitorização das populações selvagens.
É responsável pela medida 7.6 do projeto +Coelho 2 “Avaliação da eficácia de vacinas comerciais contra mixomatose em lebre-ibérica”, incluindo a captura, manutenção e maneio sanitário dos animais em cativeiro.
Tem formação avançada em formação em Gestão Sanitária e Controlo Veterinário de Caça Menor, em Biologia, Gestão e Criação de Lebre-ibérica em Cativeiro em Produção e Gestão Sustentável de coelho-bravo.
As suas prioridades temáticas incluem a avaliação do impacto da doença hemorrágica e da mixomatose do coelho-bravo e da mixomatose e do herpesvírus LeHV-5 e cisticercose na lebre-ibérica, o desenvolvimento de técnicas de maneio sanitário aplicáveis ao ambiente selvagem, de vacinas para o controlo da RHDV2 e da mixomatose, e o estudo de vetores e reservatórios dos vírus de leporídeos.
Madalena Monteiro
Paulo Froilano Melo de Carvalho
É licenciado em Medicina Veterinária desde 1993 (licenciatura pré-Bolonha).
É Patologista no Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária (INIAV I.P.).

e-mail: paulo.carvalho@iniav.pt

Paula Mendonça

É Licenciada em Medicina Veterinária desde 1989 (licenciatura pré-Bolonha).É Licenciada em Medicina Veterinária desde 1989 (licenciatura pré-Bolonha).É patologista no Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária (INIAV I.P.).

Email: paula.mendonca@iniav.pt

Teresa Fagulha

Licenciada em Medicina Veterinária em 1993.

É Técnica Superior no Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, na Unidade Estratégica de Investigação e Serviços de Produção e Sanidade Animal, Laboratório de Virologia.

Desde 1995 trabalha no diagnóstico das doenças virais das aves, com principal destaque para a introdução e expansão da aplicação de técnicas de biologia molecular e na deteção e identificação de marcadores moleculares de patogenicidade de vírus das aves.

Nos últimos dois anos, a sua atividade de investigação centra-se no estudo da doença hemorrágica viral do tipo 2 (RHDV2) e no seu impacto nas populações de leporídeos domésticos e silváticos nacionais.

e-mail: teresa.fagulha@iniav.pt

Sílvia Carla Santos de Barros
Licenciada em Biologia Microbiana e Genética em 1997 e doutorada (PhD) na área da Virologia desde 2004.
É, desde 2016, investigadora auxiliar do Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária (INIAV I.P.). É membro da equipa com responsabilidades no desenvolvimento de linhas de investigação, acreditação e diagnóstico das doenças dos ruminantes e equinos, nomeadamente no vírus da língua azul, vírus Schmallenberg, nos vírus MVV/CAEV, peste equina e vírus do Nilo Ocidental.
É coordenadora de um projeto FCT na área do vírus Língua Azul.
Desde 2012, é Professora Convidada de Virologia, na Faculdade de Ciências e Tecnologia, da Universidade Nova de Lisboa.
As suas prioridades temáticas focam-se no desenvolvimento de métodos de diagnóstico virológicos e serológicos e em metagenómica.
Ana Margarida F. H. de Oliveira Mourão

Licenciada em Química Aplicada, ramo de Biotecnologia, em 1999 é doutorada (PhD) em Biotecnologia desde 2005.

É investigadora auxiliar do Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária (INIAV I.P.).
As suas áreas de especialidade incluem a biologia molecular, biologia celular, imunologia e virologia. As suas prioridades temáticas focam-se no desenvolvimento de novos métodos moleculares e serológicos de diagnóstico de doenças virais, e na caracterização molecular e estudos filogenéticos de diversos vírus dos animais, nomeadamente das aves, bovinos, suínos e equinos.

Equipa iBET

Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica

Morada Institucional: Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica (iBET), iBET, Apartado 12, 2781-901 Oeiras

País: Portugal

Website Institucional: http://www.ibet.pt
 
 
António Manuel Missionário Roldão

Licenciado em Engenharia Química desde 2003 e doutorado em Engineering and Technology Sciences, Systems Biology pelo ITQB-NOVA, desde 2010.

É atualmente Chefe do Laboratório de Desenvolvimento de Vacinas Baseadas em Células, na Unidade de Tecnologia de Células Animais do Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica (iBET).
 
A sua área de especialidade foca-se na engenharia de bioprocesso para produção (escala micro, laboratorial e industrial), na purificação e caracterização de produtos biológicos complexos, na modelação in silico para controlo e otimização de bioprocessos (modelos cinéticos determinísticos e estocásticos que descrevem a produção e montagem de macromoléculas), na biologia de sistemas para caracterização e engenharia do sistema de expressão, e na utilização de células de inseto como organismo modelo.
 
Organizou duas reuniões científicas internacionais e cinco cursos. Entre 2011-2017, foi secretario da Sociedade Europeia de Tecnologia de Células Animais. Em 2019 e em 2020 co-coordenou a faixa temática “Baculovirus” na conferência ISBiotech (Norfolk, USA). Participou em cinco projetos financiados pela União Europeia (EU), em três projetos nacionais e dois projetos de serviços. Prestou assistência na implementação de um laboratório satélite da Sanofi Pasteur no iBET.
 
Apresenta uma vasta experiência na supervisão de estudantes, tendo supervisionado 7 estudantes de doutoramento e 8 estudantes de mestrado (5 teses defendidas).
Entre 2010 e 2014, foi diretor de uma pequena equipa responsável pela supervisão e manutenção de biorreatores de pequena escala no SysBio, CHT, Suécia.
 
As sua prioridades temáticas centram-se no desenvolvimento de novos produtos biológicos complexos com impacto na saúde humana e animal (p.ex. vacinas contra doenças infeciosas). Para atingir esse objetivo, é necessário desenvolver ferramentas biológicas que evitem o processo trabalhoso e demorado de geração de novos vetores ou linhas celulares cada vez que um novo produto necessita de ser produzido. Essas tecnologias, quando integradas numa abordagem multidisciplinar, combinando biologia de sistemas, engenharia de bioprocessos, e monitorização e caracterização do produto, irão acelerar a geração dos produtos nos quais se foca o interesse do António.
 
Marcos Filipe Quintino de Sousa

Mestre em Engineering and Biology pela Universidade do Algarve e estudante de Doutoramento em Molecular Biosciences no ITQB NOVA desde 2015.

É atualmente engenheiro de bioprocesso, na Unidade de tecnologia de células animais no Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica (iBET).
Tem uma vasta experiência de 20 anos no desenvolvimento de processos em áreas relacionadas com proteínas recombinantes, vetores virais, vacinas e produção de VLP, otimização da expansão e diferenciação de células-tronco humanas. É experiente em projetos envolvendo biorreatores (micro a escalas piloto) e aumento de escala; em transferência de tecnologia de P&D para escala piloto e ambiente GMP, incluindo projetos com empresas (Crucell (atualmente J&J), CEVEC, Merck & Co, Novartis, Sanofi Pasteur, Sartorius, Pall, EMD Millipore, Red- Biotech, GeniBET, Turnstone e PBS Biotech).
Participou em dois projetos financiados pela União Europeia (EU) e três projetos nacionais; tendo colaborado ainda em vários outros projetos (experiência comprovada na entrega de produtos e conclusão de projetos). Tem prestado consultoria para desenvolvimento de laboratórios de produção e melhoria de instalações industriais de produção de vacinas. Desempenha funções de auxiliar na implementação do Bayer Satellite Lab e Sanofi Satellite Lab no iBET.
As suas prioridades temáticas incluem assessoria e supervisão no desenvolvimento de novos bioprocessos (integração produção / purificação) utilizando culturas de células animais; desenvolvimento e implementação de culturas aderentes e em suspensão utilizando tecnologias de uso único ou reutilizáveis (escala 0,1 a 50 L) associadas à cultura de linhas celulares como Vero, MRC-5, A549, PerC6, BHK-21A, HEK, CHO, Sf9, Hi5. Tem ampla experiência em cultura de células em bioreactor operados em modo “batch”, “fed-batch” e “perfusion” (Centritech, TFF/ATF, filtros Spin) e no suporte ao desenvolvimento de software para controlar esses modos de cultura. 
 
Fight-two
Alexandre Borges Murad

Mestre em Produção Biofarmacêutica pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos / FIOCRUZ) do Rio de Janeiro, Brasil, desde 2015.

É estudante de Doutoramento em Biochemistry desde 2015, no Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica / iBET, em Oeiras, Portugal, e na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Brasil.

É atualmente engenheiro de bioprocessos, na Unidade de tecnologia de células animais, no Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica (iBET).
A sua área de especialidade foca-se na produção de proteínas recombinantes monoméricas e multiméricas em culturas de células animais, no desenvolvimento de linhas celulares (desde biologia molecular à manipulação de bioreactores), em metodologias analíticas para controle da cultura celular (HPLC e analisador bioquímico), concentração de proteínas recombinantes (SDS-PAGE, Western Blot, Western Blot, Dot Blot e ELISA) e análise metabólica celular.
Tem formação avançada em Microbiologia Ambiental pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Brasil (03/2009 a 03/2013).
As suas prioridades temáticas incluem Desenvolvimento de processos para produção de proteínas recombinantes, vetores virais, vacinas e VLPs, aumento de escala e transferência de tecnologia para escala piloto e GMP.
Hélio Antunes Tomás

Licenciado em Biologia Celular Molecular desde 2008, mestre em Biotecnologia desde 2010 e doutorado em Biociências Moleculares desde 2019.Licenciado em Biologia Celular Molecular desde 2008, mestre em Biotecnologia desde 2010 e doutorado em Biociências Moleculares desde 2019.É atualmente Investigador Associado Sénior na Unidade de Tecnologia de Células Animais do Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica (iBET).A sua área de especialidade foca-se na fase inicial de desenvolvimento de processos para a produção de vetores virais, VLPs e proteínas recombinantes em culturas de células animais, e no desenvolvimento de plasmídeos para a expressão de proteínas.Detém vasta experiência no desenvolvimento de linhas celulares de vetores retrovirais e lentivirais, e em produção transiente e estável de vetores virais em culturas de células animais em sistemas aderentes ou em suspensão.Entre fevereiro de 2019 e março de 2020 deteve uma posição de Investigador na Oxford Genetics, em Inglaterra.
As suas prioridades temáticas focam-se no desenvolvimento de processos em pequena escala para a produção de proteínas recombinantes, vetores virais, vacinas e VLPs, e na implementação e otimização de processo.

Fight-two

Equipa FMV/ULisboa

Faculdade de Medicina Veterinária, Universidade de Lisboa
Morada Institucional: Faculdade de Medicina Veterinária, Universidade de Lisboa (FMV/ULisboa), Pólo Universitário do Alto da Ajuda, Av. Universidade Técnica, 1300-477 Lisboa.
País: Portugal
Website Institucional: http://www.fmv.ulisboa.pt/pt
 
Maria da Conceição Peleteiro

Licenciada em Medicina Veterinária, Doutorada em Ciências Veterinárias, Diplomada pelo Colégio Europeu de Patologia Veterinária (European College of Veterinary Pathology).

Professora Catedrática do Departamento de Sanidade Animal da Faculdade de Medicina Veterinária de Lisboa (FMV)/ Universidade de Lisboa (ULisboa).

Tem trabalhado toda a sua vida profissional em Anatomia Patológica Veterinária, tanto na vertente do ensino, sempre na Faculdade de Medicina Veterinária, como na investigação e no diagnóstico. Na investigação tem abordado várias temáticas muito focadas em temas da oncologia. Os projetos de investigação mais relevantes foram realizados no âmbito da Hematúria Enzoótica Bovina e no modelo animal que ela representa para tumores espontâneos associados à ingestão de tóxicos. Só esta temática deu origem a três teses de doutoramento, duas teses de mestrado e três relatórios de estágio. Outras áreas relevantes têm sido a patologia de peixes, oncologia veterinária (neoplasias vesicais e cutâneas), dermatopatologia e neuropatologia veterinárias.

Jorge Manuel Jesus Correia
É licenciado em Medicina Veterinária desde 1984, pela FMV-UTL.
É mestre em Medicina Veterinária, em Leishmaniose Canina, desde 1995, pela FMV-UTL.
É doutorado no Ramo de Ciências Veterinárias em Linfoma Maligno no Cão, desde 2006 pela Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Técnica de Lisboa (FMV-UTL).
Tem especialização em Produção Animal, Advanced Course on Animal Production, desde 1985, pelo Centre International de Hautes Etudes Agronomiques Méditerranéennes, Zaragoza, Spain.
Atualmente é Professor Auxiliar no Departamento de Sanidade Animal, da Faculdade de Medicina Veterinária, da FMV-UTL, cargo que ocupa desde 1991. É docente das disciplinas de Anatomia Patológica I (2ºano), Anatomia Patológica II (3ºano), Medicina dos Animais Silvestres e da Conservação (5ºano), Semiologia Cirúrgica e Técnicas Operatórias (3ºano), Produção e Patologia de Pombos (4ºano), Imunologia Clínica dos Animais de Companhia (5ºano).
É, desde 1991, responsável por analises de citologia, histopatologia e necrópsia, no Laboratório de Anatomia Patológica, da FMV-ULisboa.
Publicou 42 artigos em revistas especializadas e 9 capítulos de livros.
Orientou 1 Doutoramento e 15 Mestrados Integrados em Medicina Veterinária.
Os seus tópicos de interesse são: Anatomia Patológica Veterinária, Citologia Veterinária, Patologia de Animais Silvestres, Patologia de Espécies Cinegéticas, Captura de Animais Silvestres, Carcinoma Mamário em Gata, Linfoma Maligno no Cão, Doenças Parasitárias.
Fight-two
Berta São Brás

Equipa UÉ

Universidade de Évora, Departamento de Medicina Veterinária
Morada Institucional: Instituto Mediterrâneo para a Agricultura, Ambiente e Desenvolvimento (MED), Universidade de Évora, Departamento de Medicina Veterinária, Pólo da Mitra, 7000 Évora
País: Portugal
Website Institucional: http://www.med.uevora.pt
 
Elsa Leclerc Duarte

É licenciada em Medicina Veterinária pela Universidade Técnica de Lisboa em 1996, e Mestre em Ciências do Mar e Recursos Marinhos pelo Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar da Universidade do Porto em 2000. É doutorada (PhD) em Medicina Veterinária pela Universidade de Évora em 2009. É Diplomada pelo European College of Veterinary Microbiology (ECVM) desde 2020.

Atualmente, é Professora Auxiliar na Universidade de Évora e diretora do Programa de Doutoramento em Ciências Veterinárias. É coordenadora do grupo de investigação Animal Biosciences do MED.

A sua área de especialidade são a bacteriologia e micologia médica, doenças infeciosas e epidemiologia molecular.

As suas prioridades temáticas são as doenças infeciosas nos animais silvestres.

e-mail: emld@uevora.pt

 

Fight-two
António Mira

É Licenciado em Recursos Faunísticos e Ambiente (Curso de Biologia) em 1990 e doutorado (PhD) em Biologia (ramo de Ecologia e Biossistemática) desde 1999.

Atualmente, é Professor Associado com agregação no Departamento de Biologia da Universidade de Évora. Desde janeiro de 2020 é investigador no MED - Instituto Mediterrâneo para a Agricultura, Ambiente e Desenvolvimento, onde integra o grupo ”Ecologia Aplicada e Conservação”.

Tem desenvolvido atividades de investigação aplicada nas seguintes áreas: 1) gestão de metapopulações de pequenos roedores ameaçados em zonas agrícolas; 2) promoção da conectividade e de corredores verdes em ecossistemas humanizados, nomeadamente ao longo de infraestruturas de transporte; 3) impactes da gestão agrícola na biodiversidade e nos serviços dos ecossistemas; 4) recuperação de comunidades faunísticas em pedreiras. Recentemente iniciou investigações na área “Uma Saúde” onde se dedica à pesquisa de agentes infeciosos e avaliação do estado sanitário de mamíferos selvagens.

As suas prioridades temáticas são a conservação da biodiversidade e recuperação dos serviços dos ecossistemas; impactes das infraestruturas lineares na biodiversidade; gestão agrícola mais sustentável; restauro de ecossistemas degradados, e componente silvestre na área “Uma Saúde”.

e-mail: amira@uevora.pt